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Arqueologia
Termas Romanas de Maximinos
Termas Romanas de Maximinos, em Braga: ruínas de balneário de Bracara Augusta, escavações desde 1977, Monumento Nacional desde 1986 e notas para a visita.
- Localização
- Maximinos, Braga, Braga
- Construção
- séculos I–III d.C.
As Termas Romanas de Maximinos, também conhecidas como Termas do Alto da Cividade ou da Colina dos Maximinos, são os vestígios de um grande edifício público de Bracara Augusta, a cidade romana que deu origem a Braga. Estão classificadas como Monumento Nacional, e dão a ver, perto do centro de Braga, a planta de um edifício termal romano.
Um edifício de Bracara Augusta
O complexo ocupa a colina de Maximinos, junto ao centro histórico de Braga. Segundo a síntese disponível na Wikipédia, que se apoia na ficha do SIPA de Isabel Sereno e Paulo Dordio (1994) e noutras publicações arqueológicas, o sítio revela três momentos: uma construção monumental anterior às termas, a instalação dos banhos públicos na estrutura existente e, por fim, uma remodelação que reduziu muito a área do edifício. O funcionamento é situado desde o século I d.C. até ao final do século III, quando uma reorganização urbana associada ao período de Diocleciano reduziu o complexo. As datas de construção divergem entre as fontes consultadas, por isso devem ser lidas como aproximações.
O plano das termas segue a sequência habitual dos banhos romanos: vestiário (apodyterium), piscina fria (natatio), sala fria e depois salas morna e quente aquecidas por hipocausto, o sistema de pavimento elevado por onde circulava o ar quente do forno. A planta não está totalmente escavada, pelo que várias questões cronológicas continuam em aberto.
Escavações
Segundo a Wikipédia (que cita a ficha do SIPA), os trabalhos começaram em 1977, quando a descoberta de hipocaustos tardios levou à escavação; em 1980 a área escavada já atingia cerca de 800 metros quadrados. Seguiram-se intervenções dirigidas à cronologia e à arquitetura até 1986. Já no século XXI, um projeto municipal iniciado em 2004 incluiu escavações da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, em 2005 e 2006, para localizar o teatro romano que se supunha ligado às termas. Estas datas de escavação não foram verificadas em fonte oficial, que não estava acessível na consulta de 5 de novembro de 2026.
Classificação
O Atlas do Património Cultural, consultado a 5 de novembro de 2026, regista as Termas Romanas de Maximinos (nome alternativo: Alto da Cividade / Colina dos Maximinos) como Monumento Nacional, número de inventário 2233, na freguesia de Braga (Maximinos, Sé e Cividade). A classificação foi feita pelo Decreto n.º 1/86, publicado no Diário da República, I Série, n.º 2, de 3 de janeiro de 1986. O imóvel tem zona especial de proteção, fixada pela Portaria n.º 865/91, de 22 de agosto de 1991.
Contexto arqueológico
A cidade romana de Bracara Augusta é tratada em arqueologia romana. As termas de Maximinos mostram a face quotidiana e pública dessa urbe, e complementam a visita ao Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, onde estão reunidas coleções da cidade romana e um mosaico conservado no local.
Preparar a visita
Os sítios de agregação turística indicam horários e preços diferentes entre si, e não encontrámos uma página oficial do município de Braga com essa informação. Na consulta de 5 de novembro de 2026, o contacto municipal indicado numa listagem local é o correio eletrónico [email protected], mas esta informação deve ser confirmada. Confirme horários, bilhetes e acessibilidade nas páginas do município e do Museu D. Diogo de Sousa antes de ir.
Fotografia: Joseolgon, 28 de setembro de 2014, Termas romanas do Alto da Cividade 05.JPG, licença CC BY-SA 4.0, redimensionada e comprimida para a web, sem alterar a composição.
Perguntas frequentes
- O que são as Termas Romanas de Maximinos?
- São os vestígios de um complexo termal público da cidade romana de Bracara Augusta, na colina de Maximinos, em Braga, também chamados Termas do Alto da Cividade.
- Estão classificadas?
- Sim. São Monumento Nacional pelo Decreto n.º 1/86, de 3 de janeiro de 1986, e têm zona especial de proteção fixada pela Portaria n.º 865/91.
- Quando foram escavadas?
- Segundo fontes secundárias, os trabalhos começaram em 1977 e prolongaram-se na década de 1980, com nova campanha em 2005 e 2006.
- Onde posso confirmar o horário de visita?
- Nas páginas do município de Braga e do Museu D. Diogo de Sousa; as listagens turísticas apresentam informação contraditória.
Fontes
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